February 2006


1. weblog Viagens pelas Ruas da Amargura

2.  Parto na próxima sexta-feira para São Tomé e Príncipe, em reportagem. Daí que, prevejo, o Chão de Papel seja obrigado a uma equatorial hibernação. Até breve!

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Quem tem sapatos, não sabe o que é não os ter. Quem tem Internet, não sabe o que é viver sem ela. Mas há 18 milhões que nunca a viram”. Guita Júnior

Também a Sofia Branco, jornalista do Público, se entrega, com fragmentos de gentes e de mundos, ao mundo dos convertidos aos sapatos da internet.

It looks like the record labels have found a new horse to back.

Para ler: Amazon planning to challenge Apple’s iPod/iTunes dominance.

Lido no PJNET.org:
Craig Newmark, founder of craigslist, thinks there must be a balance between mainstream and citizen journalism.

Aqui fica a entrevista completa.

Recupero a carta do leitor Carlos J. F. Sampaio, hoje publicada no Público. Lança uma interessante discussão.

A carta segue transcrita tal como publicada.

Ajuda humanitária

A ajuda humanitária é uma causa nobre que deve ser regida com ética e rigor irrepreensíveis. É absolutamente inaceitável utilizar o pretexto da ajuda aos pobres em proveito próprio.

Recentemente vi na televisão o anúncio da partida de Lagoa de 3 ou 4 veículos todo-o-terreno, todos catitas, que iam atravessar África para levar umas esferográficas e umas coisitas mais para escolas da Guiné-Bissau.

O “jornalista” foi incapaz de perguntar o porquê daquele disparate de ir por terra. Qual a percentagem do valor do material a ser entregue no custo total da operação? Quanto custaria fazer chegar o material por via marítima, ou até mesmo por via aérea? Aqueles senhores foram fazer uma espécie de “Lisboa-Dacar” à custa das crianças pobres.

É completamente revoltante e estranho que tal não seja desmascarado. Que seja apresentado como um “bom exemplo” num telejornal.

CARLOS J. F. SAMPAIO

Esposende

A não perder, a partir de hoje, na Póvoa do Varzim!

O programa completo fica aqui.

Artigo para ler no Chicago Tribune:

A security firm’s boss has had radio-transmitting chips implanted in himself and two workers.

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