Lê-se na crónica de Paquete de Oliveira no Jornal de Notícias:

Em regra, quando um político é apanhado a desdizer hoje o que disse ontem, os media não perdoam. E de modo flagrante ou subliminar, consoante o “imagem” desse político ou pela cor do partido que representa em contraposição com o pendor ideológico do profissional da informação, esse homem público é confrontado com as meias mentiras ou meias-verdades proferidas (…) Ao contrário, o que se verifica com os agentes do desporto, e em especial do futebol, é bem diferente.

[Dica da Susana da Escola…]

Advertisements