November 2006


Já se escreve em português sobre o secretíssimo país. A Rita esteve por lá em Agosto. Próximos episódios, a não perder, aqui.

Advertisements

Ao que parece, agora é de vez, assim o permita o Odeo. Ainda vai passar por uns retoques estéticos, mas já aí estão as palavras.

Para quem ainda não conhece, deixo aqui o meu gesto publicitário: a partir de amanhã, diariamente, Pó de Fm, o que fica no ouvido depois de assentar o pó das notícias. Podcast dos jornalistas da Antena 1, Paulo Nuno Vicente e Rita Colaço. A rádio que vive na margem dos dias.

No La Vanguardia, as respostas da presidente da IBM responsável pela região que abrange Portugal, Espanha, Grécia, Israel e Turquia.

En España el coste del puesto de trabajo es competitivo. No me refiero a los salarios, sino a un conjunto de factores, como el metro cuadrado de oficinas, las infraestructuras, los servicios públicos, las comunicaciones, todos ellos, combinados, hacen que un país sea competitivo frente a otros.

No The Independent, as respostas de destacadas figuras dos media.

The age of podcasts, war-zone bloggers, and countless other online information sources presents newspapers with arguably their biggest challenge ever. But how to react? Is print heading for obsolescence? Or can it re-invent itself and reach out to a generation brought up looking at screens?

Só lamento que o debate sobre o futuro da rádio não surja no espaço público.

Sobre o tema, destaco o trabalho de Vitor Belanciano, hoje no Público [subscrição necessária]:

É uma filosofia de partilha. Uma nova forma de entender os direitos de autor. São soluções adaptadas a um mundo tecnológico em mudança. A partir de hoje as licenças Creative Commons têm enquadramento jurídico em Portugal.

Como o prometido é devido, aí está: Pó de Fm, diariamente, o que fica no ouvido depois de assentar o pó das notícias. Podcast dos jornalistas da Antena 1, Paulo Nuno Vicente e Rita Colaço. A rádio que vive na margem dos dias.

A edição impressa está de regresso às bancas pela mão da Cooperativa Outro Rumo. A página electrónica tambem reabre portas.

Nesta edição, no capítulo dos media, há para ler uma série de artigos intitulada O Le Monde Diplomatique e os Media e assinados, entre outros, por Alfredo Maia, António Borges Coelho, Diana Andringa, Dominique Vidal e Ignacio Ramonet.

Aos interessados, o texto de Andringa – sobre a blogosfera – surge intitulado A era do jornalismo «faça você mesmo» e é dedicado a “ver como a imprensa tradicional transformou a ameaça em aliado”.

Partindo da experiência vertida em Era uma vez um arrastão, Diana Andringa confronta a promoção pela imprensa de “blogues de espontâneos e a colaboração de «cidadãos jornalistas” com o desinteresse “por outra forma de comunicação da era digital, bem mais próxima do jornalismo: os IndyMedia, os media independentes“.

A esse respeito, Andringa escreve que “os IndyMedia não escondem a sua natureza política nem a sua vocação: testemunhar as lutas sociais que se passam no mundo”.

Essa será a razão por que “encontram tão pouco eco nos media tradicionais: são mais críticos que os weblogs em relação aos próprios media tradicionais e não se inserem no “discurso dominante” dos blogues.

Em resumo, e citando o exemplo iCan da BBC, a questão central é: como sustentar as alternativas ao jornalismo tradicional?

Next Page »