O primeiro número (pdf) está disponível para download gratuito, e para mais tarde recordar…

Algumas notas dispersas pela manhã:

  • O grafismo está evidentemente mais fresco, mais contemporâneo, mais internacionalista, como a blogosfera já tem notado.
  • Agrada-me a solução para a manchete de hoje – “Agora sim”, com os números da votação por cima – simples, eficaz, “very british”
  • O redesenhar do jornal trouxe possibilidades renovadas para os fotojornalistas. A opção vem reestimular os olhos do leitor perante o cinza dos últimos anos
  • O texto da Direcção Editorial aponta num caminho com que me identifico e no qual – como prova o Público, primus inter pares – só os audazes serão capazes de fazer valer o sentido do Jornalismo. Leia-se:

A facilidade de colocar na rede textos, sons e imagens dessacralizou a função dos jornalistas e alterou irremediavelmente a superfície de contacto entre a informação e os seus destinatários. A pressa da vida moderna nem sempre tolera espaçoe tempo para o prazer de ler jornais. Num ápice, constatámos que qualquer alteração incremental redundaria numa mera atitude de resistência e estaria condenada ao fracasso.

Quanto ao site, não se pode dizer que muito tenha mudado, permanece essencialmente intacto. Apesar disso, acredito que não tardará a haver mudanças para melhor…

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