Media & Liberdades


collateral-damage.pngA importância de um trabalho colectivo como este Collateral Damage é facilmente compreensível:

After more than a year of reporting and research, combing through thousands of foreign lobbying records and haggling with government officials over Freedom of Information Act requests, we have published one of the most comprehensive resources on U.S. military aid and asãsistance in the post-9/11 era. “Collateral Damage” couples the reporting of 10 of the world’s leading investigative journalists on four continents with a powerful database combining U.S. military assistance, foreign lobbying expenditures, and human rights abuses into a single, easily accessible toolkit.

Hoje são tornadas públicas as conclusões sobre a secção Médio Oriente (Israel, Jordânia, Turquia), amanhã, as relativas à Ásia (Indonésia, Paquistão, Filipinas, Tailândia, Uzebequistão) e, a 5 de Junho, o contexto colombiano.

Imperdível e para arquivar.

Um especial do Committee to Protect Journalists dedicado ao assassinato da jornalista Anna Politkovskaya, do Novaya Gazeta.

In a country where 80 percent of the public gets its news from state-controlled television, Novaya’s dogged coverage of social and political issues has won it devoted readers and passionate enemies.

Encontrei este how_to_write_letters_to_the_media.pdf de 26 páginas (e adaptado ao caso norte-americano) na secção de downloads do Accuracy in Media.

Aos que estejam interessados (não devemos estar todos?) em escrever uma Carta ao Director ou ao Editor deixo aqui a tradução do essencial.

1. Ser legível – texto escrito a computador, espaço duplo; em caso de manuscrito, não apresentar gatafunhos

2. Ter noção da actualidade – uma carta pública exige ponderação, mas esperar uma semana talvez não seja o mais indicado

3. Ser breve – a lógica comercial “se não consegues vender o produto com três parágrafos, não vais conseguir com vinte”

4. Ser simples – frases breves, parágrafos curtos, verbos fortes

5. Ser construtivo – não condenar sem apresentar sugestões

6. Ser completo – justificar tudo o que se alega

7. Exigir uma resposta – a exigência deve ser clara, educada

8. Enviar uma cópia da carta ao jornalista que assina o artigo, dá voz/cara à peça, etc.. É um gesto de ponderação

9. Guardar cópias da carta enviada

10. Envio por Fax – não ultrapassar as duas páginas (aconselho o envio por email..)

11. Partilhar a razão de queixa com órgãos reguladores (Conselho de Redacção, Clube de Jornalistas, Sindicato dos Jornalistas, etc..)

Um debate interessante para continuar a acompanhar e que nos chega do outro verso do Atlântico: How will our freedoms fare in ’07?, artigo assinado por Paul K. McMasters:

How will Americans’ five basic freedoms – religion, speech, press, assembly and petition – fare in 2007? No answers here; just some of the questions we all should consider.

Este artigo – An Industry is based on a simple masquerade – no New York times, é dedicado à prática do Pretexting: a autêntica indústria dos que se fazem passar por clientes (de empresas privadas ou públicas) com falsos pretextos para conseguir contactos e outros dados pessoais dos verdadeiros clientes.

Assume-se como uma organização não-partidária, não lucrativa, dedicada a melhorar a relação entre os Media e as famílias. Diz-se atenta ao impacto dos Media no desenvolvimento social, emocional e físico das crianças.

Acaba de publicar uma sondagem nacional em que a Internet surge como a grande preocupação dos pais norte-americanos, à frente da televisão e dos restantes media

As redes sociais, como o MySpace, surgem igualmente como alvo de atenção.

Para os interessados fica também o weblog da organização. 

San Francisco officials have already chosen a proposal from Google and EarthLink to provide a wireless network throughout the city, but that doesn't mean they can't ask for caveats during negotiations on the details. A saber »»

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